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1
RESERVATÓRIO
2
CASA MARTA ORTIGÃO SAMPAIO
3
CASA TAIT
4
EXTENSÃO DO ROMANTISMO
5
ENTRE QUINTAS
6
BANCO DE MATERIAIS
7
RIO DA VILA
8
CASA DOS 24
9
ARQUEOSSÍTIO
10
CASA GUERRA JUNQUEIRO
11
EXTENSÃO DO DOURO
12
CASA DO INFANTE
13
BIBLIOTECA SONORA
14
ATELIÊ ANTÓNIO CARNEIRO
15
EXTENSÃO DA INDÚSTRIA
16
EXTENSÃO MATADOURO
17
BONJÓIA EXTENSÃO DA NATUREZA

RESERVATÓRIO

1
RESERVATÓRIO
2
CASA MARTA ORTIGÃO SAMPAIO
3
CASA TAIT
4
EXTENSÃO DO ROMANTISMO
5
ENTRE QUINTAS
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BANCO DE MATERIAIS
7
RIO DA VILA
8
CASA DOS 24
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ARQUEOSSÍTIO
10
CASA GUERRA JUNQUEIRO
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EXTENSÃO DO DOURO
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ATELIÊ ANTÓNIO CARNEIRO
15
EXTENSÃO DA INDÚSTRIA
16
EXTENSÃO MATADOURO
17
BONJÓIA EXTENSÃO DA NATUREZA

RESERVATÓRIO

O Reservatório é a primeira estação do Museu da Cidade. Reúne artefactos, vestígios e fragmentos encontrados em escavações ou recolhidos de edifícios e monumentos da Cidade, e que integram as coleções municipais. O espectro temporal abrangido por este conjunto de objetos vai da Época Contemporânea até ao Paleolítico, estendendo-se, assim, da História à Pré-história.

O singular espaço deste antigo reservatório de água, com renovação arquitetónica assinada por Alexandre Alves Costa e Sérgio Fernandez e projeto museográfico de João Mendes Ribeiro, foi transformado numa estação arqueológica onde se intersetam três funções primordiais — é, simultaneamente, um museu, um espaço de trabalho e de mediação e uma reserva viva onde se guardam vestígios arqueológicos.

Concebido como um labirinto do tempo, no sentido que não está organizado de modo linear ou teleológico, o espaço do Reservatório estrutura-se em função de dois eixos: o primeiro, na horizontal, é topográfico; o segundo, na vertical, é estratigráfico.

O eixo topográfico distribui-se pelas diferentes alas do espaço expositivo e corresponde, simbolicamente, a zonas do território onde importantes campanhas de escavação, ocorridas ao longo dos séculos XX e XXI, revelaram formas de povoamento de várias épocas e todo o tipo de vestígios materiais, que permitem uma leitura espacial e temporal da evolução da cidade que hoje conhecemos. São elas a Barra do Rio e Plataforma Litoral; Frente Ribeirinha e Areias Altas; Morro da Penaventosa; Estradas e Caminhos.

O espectador desloca-se no espaço, mas também no tempo; à medida que vamos sondando o espaço em profundidade vamos chegando mais longe no tempo, atravessando diferentes épocas do período histórico e pré-histórico, a que, sucessivamente, correspondem, enquanto evidências materiais, diferentes artefactos ou fragmentos datados desses períodos: Épocas Contemporânea e Moderna, Época Medieval; Época Romana; Idade do Ferro; Idade do Bronze; Paleolítico.

O visitante é, pois, convidado a entrar numa máquina de ler a cidade — aqui, leitura, deve ser entendida no sentido mais lato da palavra, pois implica várias das faculdades percetivas de que dispomos: para além, ou aquém, da visão, o tacto, o olfato, a escuta, a imaginação, a contemplação, a meditação.

O Reservatório é, do ponto de vista programático, um espaço permanentemente orgânico, em que os objetos não são coisas inertes mas elos de ligação aos modos de pensar e de fazer dos nossos antepassados. Um Museu como espaço de constante questionamento, como espaço de trabalho e de troca, como lugar de produção de conhecimento e que estimula a criação. Um lugar para acolher a comunidade e fazer comunidade.

 

O Reservatório tem projeto sonoro de João Pais Filipe.

 

Imagens—Atlas: António Alves (MdC) e Miguel Nogueira (CMP), planta e vista de João Mendes Ribeiro.

Bilhetes

BILHETEIRA ONLINE

HORÁRIO

Terça—Domingo
10H—17H30

Encerra às segundas e dias feriados.

Endereço

Parque da Pasteleira (Entrada Poente)
Rua de Gomes Eanes de Azurara, s/n
4150-362 Porto
GPS: 41.151579, -8.662588
Localização

Autocarro

200, 204, 207, 504

Estacionamento

Lugares de estacionamento gratuito.

Jardins

PARQUE URBANO DA PASTELEIRA

Eixos

SONORO

NATUREZA

MATERIAL

LÍQUIDO