Plataformas Públicas

! Dado o atual contexto pandémico, as plataformas públicas foram suspensas. Algumas atividades foram transferidas para o Gabinete Atmosférico.

QUE MUSEU DA PARA A CIDADE, QUE CIDADE PARA O MUSEU?

Dada a ampla extensão e disseminação do Museu pelo espaço da Cidade, a amplitude das épocas cobertas pelos seus edifícios e espaços verdes e a relação que pode ativar entre a sua área de ação e outras áreas do conhecimento – como o ambiente e o urbanismo, por exemplo -, o Museu pode constituir-se como uma ferramenta privilegiada para compreender a evolução da cidade, as suas lógicas e dinâmicas, a sua respiração, as suas circulações subterrâneas, ou seja, aquilo que nela é visível e aquilo que não se deixa ver.

Queremos que o MdC seja muito mais do que um espaço de representação da cidade; queremos que seja um lugar de problematização e de discussão do espaço público, um fórum onde se produz cidadania, onde ouvimos e falamos, onde fazemos escolhas.

Estas plataformas públicas assumem uma geometria variável: podem ser mesas para conversar e projetar, auditórios para ouvir e partilhar questões e assembleias abertas em forma circular para debater.

MESA

JUL

Natureza-Museu

02

Os três curadores das plataformas juntam-se na Casa Tait para conversar sobre o museu-em-construção e as problemáticas que o circundam.
Em tempos de pandemia, esta gravação é um convite para assistir e partilhar comentários e questões na sequência da Ata 1 do Gabinete Atmosférico.

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AUDITÓRIO

NOV

Alter-Natura:
podemos ser outros
do que somos

05

Gravado na Casa Tait, o primeiro Auditório do Museu da Cidade propõe ouvir a perspetiva de Alastair Fuad-Like sobre as novas possibilidades de experimentação de conceitos e perspectivas tangentes à filosofia e ao design.

Em tempos de pandemia, este é um convite para assistir e partilhar comentários e questões na sequência da Ata 2 do Gabinete Atmosférico.

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ASSEMBLEIA