Programas Operativos

Programas que se propõem orquestrar o Museu da Cidade, compondo as articulações desenhadas entre as suas 17 Estações e 5 Eixos.

Oficina

Periodicidade variável. Programa de oficinas em torno das exposições e coleções numa lógica de ativação do fazer saber e saber fazer.

JUN

Se essa rua fosse minha #3

25

© Álvaro Domingues. Foto de fundo: Porto: Aspecto da Rua Mouzinho da Silveira s/d Negativo estereoscópico, vidro, p/b, 18x8cm, gelatina e sal de prata Aurélio da Paz dos Reis / Centro Português de Fotografia

Depois da visita à exposição Mouzinho – da Ribeira ao Aeroporto, os participantes são convidados a recriar uma rua à sua maneira. As crianças podem usar a sua imaginação e vários materiais para desenhar os diferentes edifícios que compõem esta artéria. No final, cada criança leva um pedaço dessa rua.

Ver mais

JUN

Arqueólogo Por Um Dia

18

Arqueólogo Por Um Dia

Nesta oficina de Arqueologia desafiamos os participantes a experienciar, de uma forma lúdico-didática, o trabalho dos arqueólogos, através da simulação de uma escavação, limpeza e colagem de fragmentos cerâmicos.

Ver mais

JUN

Quem Voa Mais Alto?

11

Mesa Borboleta (pormenor) Séc. XIX. Acervo Museu da Cidade | Extensão do Romantidsmo

Quem voa mais alto, na Extensão do Romantismo? Os pássaros, as borboletas, os poetas ou… os leques? O que nos faz sonhar e voar? Depois de uma visita à nova montagem da Extensão do Romantismo – Metamorfoses – vamos contruir um objeto que voa alto para se deixar balouçar, ao sabor do vento.

Ver mais

JUN

À Demarcada! #1

04

À Demarcada!

Pranchetas na mão? Canetas em riste? Então todos a bordo! Através do desenho e colagem, navegamos pela exposição “Douro: terra e atmosfera” e descobriremos a riqueza que o Douro-rio-região demarcada têm para nos trazer: os seus elementos, paisagens e lugares distintos, seres e comunidades servirão como inspiração e ponto de partida para a criação artística e novos imaginários! No final, um mapa coletivo surgirá diante de nós com muitas novas estórias para contar.

Ver mais

JUN

Oficina do Cuidar — Cuidar dos Têxteis

04

Cuidar dos Têxteis

Como limpar  têxteis? Podemos aspirar? Como os proteger da traça? Como os acondicionar, em cruzetas ou em gavetas? Numa oficina em que começamos por conhecer algumas das mais interessantes peças da coleção de têxteis do Museu da Cidade, vamos aprender a cuidar das peças de têxteis que guardamos em casa, do tempo dos nossos avós e bisavós. Cada participante poderá trazer para a sessão uma pequena peça para aprender e experimentar algumas dicas muito úteis!

Ver mais

MAI

OFICINA para os mais novos—Coleção de cócegas no coração

21

© Antonio Alves

Vamos descobrir sítios mágicos que guardam coleções. Será que o gabinete de curiosidades faz muitas perguntas? E a sala de maravilhas, espanta-se com tudo? Como podemos guardar a natureza e a arte? Penduradas nas paredes? Arrumadinhas nas prateleiras? Ou deixámo-las à solta a fazer-nos cócegas no coração? Depois de visitar a exposição, cada família vai fazer a sua coleção de seres curiosos.

Ver mais

MAI

Oficina para os mais novos—Zoomania

14

Zoomania

Animais do céu e da terra habitam tapetes, objetos de cerâmica e móveis da Casa Guerra Junqueiro. Convidam a um olhar atento, desafiam a “entrar” num mundo escondido por detrás de cada objeto. E se pudéssemos um dia partilhar uma refeição com todos estes animais?

Ver mais

MAI

OFICINA para os mais novos—Cápsula do Amanhã

07

Capsula do Amanhã

E se a arqueologia puder acontecer ao contrário?
Todos sabemos que os arqueólogos encontram vestígios de outros tempos e a partir deles dão-nos a conhecer as vivências das pessoas dessas épocas distantes. Estes objetos contam uma história que realmente aconteceu. Mas e se deixarmos aos arqueólogos do futuro vestígios de sonhos e projetos impossíveis do presente? Como será encontrar estas ideias daqui a muitos anos? Já serão uma realidade? Já serão possíveis de concretizar? Ou serão apenas um vestígio de um sonho que aconteceu mesmo?

Ver mais

MAI

OFICINA do Cuidar — Cuidar dos Azulejos

07

Cuidar do Azulejo

Como limpar azulejos e peças de cerâmica? Que instrumentos e produtos podemos usar? Podemos usar água? E esfregões? Numa oficina em que começamos por conhecer algumas das mais interessantes peças de cerâmica e azulejo tradicional que estão no Banco de Materiais e outrora estiveram nos edifícios da cidade, vamos aprender a cuidar dos objetos cerâmicos que temos em casa. Cada participante poderá trazer para a sessão uma pequena peça para aprender e experimentar algumas dicas muito úteis!

Ver mais

ABR

Coleção de cócegas no coração

30

© Antonio Alves

Vamos descobrir sítios mágicos que guardam coleções. Será que o gabinete de curiosidades faz muitas perguntas? E a sala de maravilhas, espanta-se com tudo? Como podemos guardar a natureza e a arte? Penduradas nas paredes? Arrumadinhas nas prateleiras? Ou deixámo-las à solta a fazer-nos cócegas no coração? Depois de visitar a exposição, cada família vai fazer a sua coleção de seres curiosos.

Ver mais

ABR

Histórias de um Rio

23

© Antonio Alves

Nesta oficina iremos conhecer as histórias que este rio conta, para depois criarmos histórias visuais num caminho longo, como o deste rio…

Ver mais

ABR

Se essa rua fosse minha #2

09

© Álvaro Domingues. Foto de fundo: Porto: Aspecto da Rua Mouzinho da Silveira s/d Negativo estereoscópico, vidro, p/b, 18x8cm, gelatina e sal de prata Aurélio da Paz dos Reis / Centro Português de Fotografia

Depois da visita à exposição Mouzinho: da Ribeira ao Aeroporto, vamos recriar uma rua à nossa medida. Usamos a imaginação e vários materiais para desenhar os diferentes edifícios que compõem esta artéria. No final, cada criança leva um pedaço da rua.

Ver mais

Deriva

Caminhadas pela cidade, onde ativamos os cinco eixos que estruturam a programação do Museu: Eixo Sonoro, Eixo Natureza, Eixo Material, Eixo Líquido e Eixo Romantismo. Acontece mensalmente, na primeira terça do mês, repetindo no sábado imediatamente a seguir, sempre às 15H. Requer inscrição prévia.

JUN

DO CORAÇÃO DA CIDADE À ZONA RIBEIRINHA

11

Extensão Douro © Nuno Pinto

É habitual dizer-se que uma cidade é um organismo vivo. Se é tal, encontremo-nos então num dos pontos mais importantes, o coração desta cidade do Porto – o seu Centro Histórico. Daqui, percorrendo velhas artérias, iremos desembocar na Ribeira, outro dos pontos importantes da cidade que durante séculos compassou o fluxo de pessoas e mercadorias para dentro e para fora do burgo, derivando da sua maior artéria – o Douro.

Ver mais

JUN

DO CORAÇÃO DA CIDADE À ZONA RIBEIRINHA

07

Extensão Douro © Nuno Pinto

É habitual dizer-se que uma cidade é um organismo vivo. Se é tal, encontremo-nos então num dos pontos mais importantes, o coração desta cidade do Porto – o seu Centro Histórico. Daqui, percorrendo velhas artérias, iremos desembocar na Ribeira, outro dos pontos importantes da cidade que durante séculos compassou o fluxo de pessoas e mercadorias para dentro e para fora do burgo, derivando da sua maior artéria – o Douro.

Ver mais

MAI

O Azulejo na Arquitetura Portuense

07

© Fernando Noronha

A sessão tem como ponto de partida a Estação 6 do MdC, o Banco de Materiais. Em plena exposição visualizam-se exemplares da azulejaria de fachada do séc. XIX/ XX que servirão de tema para a deriva pela Cidade.

Ver mais

MAI

O Azulejo na Arquitetura Portuense

03

© Fernando Noronha

A sessão tem como ponto de partida a Estação 6 do MdC, o Banco de Materiais. Em plena exposição visualizam-se exemplares da azulejaria de fachada do séc. XIX/ XX que servirão de tema para a deriva pela Cidade.

Ver mais

ABR

Da Ribeira a São Bento

09

Rua Mouzinho da Silveira, Positivo, papel, p/b, fototipia, Centro Português de Fotografia | Coleção de Bilhetes-Postais)

Em 1872 surge o projeto para um novo eixo que uniria o porto ribeirinho à Praça D. Pedro IV, terminando onde viria a ser a Estação de São Bento. Grandes obras e inovações, como o caminho de ferro e a eletricidade, acompanham o surgimento deste eixo. Da Ribeira a São Bento, a Mouzinho produz uma espacialidade urbana que fixa um centro entretanto deslocado da Ribeira para a baixa do Porto.

Ver mais

ABR

Da Ribeira a São Bento

05

Rua Mouzinho da Silveira, Positivo, papel, p/b, fototipia, Centro Português de Fotografia | Coleção de Bilhetes-Postais)

Em 1872 surge o projeto para um novo eixo que uniria o porto ribeirinho à Praça D. Pedro IV, terminando onde viria a ser a Estação de São Bento. Grandes obras e inovações, como o caminho de ferro e a eletricidade, acompanham o surgimento deste eixo. Da Ribeira a São Bento, a Mouzinho produz uma espacialidade urbana que fixa um centro entretanto deslocado da Ribeira para a baixa do Porto.

Ver mais

MAR

O Porto dos Almada: O projeto de João de Almada para a requalificação do núcleo medieval

05

Detalhe da planta Redonda de George Black (1813). Arquivo Histórico Municipal do Porto.

Nesta sessão revisitaremos as ruas, praças e largos que definiam a cidade do século XV, interpretando o plano idealizado por João de Almada e Melo (1703-1786).

Ver mais

FEV

31 de janeiro — Itinerário da revolução

01

O percurso visa lembrar este acontecimento seguindo o itinerário dos revoltosos.

Ver mais

AGO

Reservatório

21

© Paula Preto

Deriva centrada no Reservatório, primeira estação do Museu da Cidade recentemente aberta ao público.

Ver mais

Caminhos

Os Caminhos do Romântico convidam a descobrir o património histórico, natural e cultural do vale de Massarelos, através de percursos pedonais de 90 minutos. Requer inscrição prévia.

ABR

Percurso Personalidade: Carlos Alberto

19

Capela de Carlos Alberto na Avenida das Tílias, c. 1890. Foto Guedes, Porto. Arquivo Histórico Municipal do Porto

É precisamente no dia em que Carlos Alberto da Sardenha chega à cidade do Porto, há 173 anos, que se marca o arranque do novo programa dos Caminhos do Romântico: dia 19 de abril às 10H30. A partir de dia 19, e no decorrer de duas semanas, serão apresentados os quatro percursos iniciais a partir dos quais seremos convidados a descobrir o património histórico, natural e cultural do vale de Massarelos.

Ver mais

ABR

Percurso Personalidade: Carlos Alberto

19

Capela de Carlos Alberto na Avenida das Tílias, c. 1890. Foto Guedes, Porto. Arquivo Histórico Municipal do Porto

É precisamente no dia em que Carlos Alberto da Sardenha chega à cidade do Porto, há 173 anos, que se marca o arranque do novo programa dos Caminhos do Romântico: dia 19 de abril às 10H30. A partir de dia 19, e no decorrer de duas semanas, serão apresentados os quatro percursos iniciais a partir dos quais seremos convidados a descobrir o património histórico, natural e cultural do vale de Massarelos

Ver mais

MAI

Percurso Personalidade: Carlos Alberto

17

Capela de Carlos Alberto na Avenida das Tílias, c. 1890. Foto Guedes, Porto. Arquivo Histórico Municipal do Porto

Em abril de 1849 a cidade do Porto recebe Carlos Alberto – o rei exilado da Sardenha. De saúde muito fragilizada e muito desalentado pela derrota sofrida na Batalha de Novara, Carlos Alberto troca a coroa real pela vida singela e de recato, encontrando na cidade do Porto um refúgio para aqueles que viriam a ser os últimos três meses da sua vida.
O percurso percorre lugares de memória da sua estadia no Porto, destacando as três moradas que escolhe como residência, as marcas da sua profunda religiosidade, as suas vivências quotidianas extremamente condicionadas pela doença e os seus companheiros de fim de jornada.
Sem pompas, nem fausto, acaba por morrer aos 50 anos, transformando-se num herói popular portuense.

Ver mais

ABR

Percurso da Indústria

21

Vista da Barra, c. 1890. Vista panorâmica da zona de Massarelos e da barra do Douro, vendo-se os fornos da fábrica de cerâmica. Arquivo Histórico Municipal do Porto

Na paisagem de Massarelos avultam-se ainda vestígios de fábricas, de armazéns e oficinas, de linhas de caminhos de ferro e pontes, de bairros operários e ilhas, e umas tantas memórias de um tempo áureo, que teve no antigo edifício do Palácio de Cristal um notável exemplo.

Ver mais

ABR

Percurso da Indústria

21

Vista da Barra, c. 1890. Vista panorâmica da zona de Massarelos e da barra do Douro, vendo-se os fornos da fábrica de cerâmica. Arquivo Histórico Municipal do Porto

Na paisagem de Massarelos avultam-se ainda vestígios de fábricas, de armazéns e oficinas, de linhas de caminhos de ferro e pontes, de bairros operários e ilhas, e umas tantas memórias de um tempo áureo, que teve no antigo edifício do Palácio de Cristal um notável exemplo.

Ver mais

MAI

Percurso da Indústria

24

Vista da Barra, c. 1890. Vista panorâmica da zona de Massarelos e da barra do Douro, vendo-se os fornos da fábrica de cerâmica. Arquivo Histórico Municipal do Porto

Na paisagem de Massarelos avultam-se ainda vestígios de fábricas, de armazéns e oficinas, de linhas de caminhos de ferro e pontes, de bairros operários e ilhas, e umas tantas memórias de um tempo áureo, que teve no antigo edifício do Palácio de Cristal um notável exemplo.

Ver mais

ABR

Percurso da Natureza

26

Quinta do Meio [Quinta da Casa Tait] – Entre Quintas, c. 1900. Tulipeiro William C. Tait no jardim. Museu da Cidade | Coleção Pedro Vitorino

Nos riquíssimos redutos verdes constituídos pelos Jardins do Palácio de Cristal, os Jardins da Quinta da Macieirinha – Extensão do Romantismo – e os Jardins da Casa Tait pode encontrar-se uma grande variedade de vegetação nativa e exótica organizada em jardins formais e bosques. 

Ver mais

ABR

Percurso da Natureza

26

Quinta do Meio [Quinta da Casa Tait] – Entre Quintas, c. 1900. Tulipeiro William C. Tait no jardim. Museu da Cidade | Coleção Pedro Vitorino

Nos riquíssimos redutos verdes constituídos pelos Jardins do Palácio de Cristal, os Jardins da Quinta da Macieirinha – Extensão do Romantismo – e os Jardins da Casa Tait pode encontrar-se uma grande variedade de vegetação nativa e exótica organizada em jardins formais e bosques. 

Ver mais

MAI

Percurso da Natureza

31

Quinta do Meio [Quinta da Casa Tait] – Entre Quintas, c. 1900. Tulipeiro William C. Tait no jardim. Museu da Cidade | Coleção Pedro Vitorino

Nos riquíssimos redutos verdes constituídos pelos Jardins do Palácio de Cristal, os Jardins da Quinta da Macieirinha – Extensão do Romantismo – e os Jardins da Casa Tait pode encontrar-se uma grande variedade de vegetação nativa e exótica organizada em jardins formais e bosques. 

Ver mais

ABR

Percurso da Água

28

Porto, Palácio de Cristal: lago antigo, c. 1890. Foto Guedes. Arquivo Histórico Municipal do Porto

O percurso parte da cota alta dos Jardins do Palácio de Cristal e serpenteia por ruas estreitas até ao Rio Douro, subindo, por último, pela Rua dos Moinhos até à Rua D. Pedro V

Ver mais

ABR

Percurso da Água

28

Porto, Palácio de Cristal: lago antigo, c. 1890. Foto Guedes. Arquivo Histórico Municipal do Porto

O percurso parte da cota alta dos Jardins do Palácio de Cristal e serpenteia por ruas estreitas até ao Rio Douro, subindo, por último, pela Rua dos Moinhos até à Rua D. Pedro V

Ver mais

Sonda

Ciclo de conversas com convidados em torno de temas do património arquitetónico, artístico ou arqueológico da cidade do Porto. Acontece na segunda quinta-feira de cada mês, às 18H e tem entrada gratuita mediante inscrição.

MAI

A grande viagem de Carlos Alberto não foi a do exílio

12

Ms. 622 Horas. Orações & Cod. Biblioteca Pública Municipal do Porto. Fotografia de António Alves

Depois de percorrer aproximadamente dois mil quilómetros, Carlos Alberto – o rei exilado da Sardenha – chega, em 1849, ao Porto. Uma escolha de destino final de viagem que se afigura convicta para uma dura jornada, carregada pelo peso da abdicação ao trono e da derrota dos ideais liberais que deixariam por cumprir o sonho de uma unidade italiana. De saúde muito fragilizada e muito desalentado, Carlos Alberto troca a coroa real pela vida singela e de recato do que viriam a ser os últimos três meses da sua vida, acabando por morrer aos 50 anos.

Depressa se transformou numa figura do ideário Romântico portuense e a sua breve passagem pela cidade logo inspirou novas viagens evocativas em torno da sua memória. Os Caminhos do Romântico são prova disso, com o percurso dedicado a Carlos Alberto a fazer dessas deambulações novos pretextos para infindáveis viagens e revelações participadas por novos agentes que se entrecruzam numa relação corpo-espaço-histórias.

 

 

 

Ver mais

ABR

Aurélia de Sousa: entre regra e exceção

14

Aurélia de Souza "Santo António (autorretrato)", c. 1902 Óleo sobre tela 189 x 99 cm. Acervo Museu da Cidade, Coleção Casa Marta Ortigão Sampaio

A obra de Aurélia de Souza é tão singular e valiosa que nas últimas décadas tem recebido uma atenção crescente, uma redescoberta não só nacional como internacional. Mas o arrojo de Aurélia é maior do que o de ter sido uma enorme pintora: foi-o sendo mulher, artista, culta, solteira e provocadora na transição do séc. XIX para o XX, em Portugal.

Ver mais

MAR

Lembranças para a eternidade

10

Insignias de Santiago, Séc. XVI-XVII Castelo da Foz, 1989 Azeviche.

Nesta sessão descobrimos os objetos encontrados no Castelo da Foz, associados aos enterramentos da Igreja Renascentista de São João da Foz.

Ver mais

FEV

Aquários e plantas aquáticas no Reservatório. Como assim?

10

Viveiros © Teatro do Frio

Navegando entre tempos, entre conceções diversas do natural e da ideia de vestígio, colocando em perspetiva a relação entre a dimensão Mineral – uma das privilegiadas em arqueologia – e a dimensão aquática e vegetal viva, o Teatro do Frio vai trazer-nos alguma luz sobre esta sua proposta artística e simultaneamente científica.

Ver mais

JAN

Avisos à Navegação: a "bandeirinha da saúde" e a entrada na barra do Douro

13

© Porto.

Carla Stockler conversa com Amândio Barros acerca de um objeto que antigamente era içado na Rua da Bandeirinha, perto do Palácio das Sereias – a bandeirinha da saúde.

Ver mais

FEV

As ruas da cidade medieval

14

As ruas são como veias por onde passa a seiva que dá vida à cidade, um complexo sistema circulatório que alimenta a vida urbana.

Ver mais

Inventário

Inventário participado de ruas, edifícios, lugares, obras de arte pública, da cidade. Ler as ruas, lugares e edifícios, conduzir o olhar, olhar de outras formas e documentar, a partir de registos fotográficos, gráficos, escritos, os elementos observados. Acontecem em dias de inauguração e sábados imediatamente a seguir.

JUN

Entre a observação e o registo gráfico

25

Entre a observação e o registo gráfico -Desenho de Daniel Silvestre

As valências do desenho no processo expositivo: participar numa reunião de obra ou de projeto expositivo, e registar  as ideias, a temperatura das conversas, o visível e o invisível. O registo gráfico, como metodologia adotada nas reuniões preparatórias da nova montagem da Extensão do Romantismo, permite-nos acompanhar o processo do projeto e ampliar a dimensão perceptiva sobre as peças, a sua disposição e suas relações. Neste Inventário pode conhecer-se e experimentar-se esta metodologia facilmente adaptada a outros contextos.

Ver mais

MAI

Reserva (aquilo que se guarda para casos imprevistos / da observação à ligação)

28

Fotografia de Patrícia Vieira Campos – pormenor de Tabuleiro de Jogo | China, séc. XIX | Acervo Museu da Cidade | Casa Marta Ortigão Sampaio

Proposta de captação de um Livro de Campo de constelação pessoal, roteiro através de um mapa emocional, a encontrar na exposição Metamorfoses: Imanência Vegetal, Animal e Mineral no Espaço Doméstico Romântico. Quando é irresistível capturar todas as imagens pelas quais passamos e a fotografia mobile ocupa todos os espaços, pelo que optar? Olhar de outras formas e registar o que mais nos interessa.

Ver mais

ABR

Entre a observação e a palavra poética

30

Verdures, tapeçaria Flamenga, século XVI, Oficina de Oudenarde ou Enghien. Lã e algodão,26 x 3,8 cm. Acervo Museu da Cidade | Casa Guerra Junqueiro

A própria poesia Romântica Portuguesa nos dá o pé para redescobrirmos esta imanente metodologia: olhar, contemplar, é deixar que se instale a esteira para que venham manifestar-se os mistérios do mundo, as incandescências de nós mesmos. Assim faremos também neste Inventário: caçadores furtivos de transduções possíveis para palavras, de engenhos de fazer um verso, de modos de deixar-se achar por uma palavra bem achada.

Ver mais

MAR

A infância do desenho

26

Prato Majolica tipo Montelupo. Itália. Séc. XVI. Rua de Miragaia,1996 Cerâmica 7,0 x 33 x 14cm Coleção Museu da Cidade – Reservatório

Deambulação no Reservatório por alguns fragmentos ou objetos onde se identificam grafismos arcaizantes, sendo posteriormente os participantes desafiados a registar no papel um momento pessoal de impulso criativo.

Ver mais

FEV

Reserva (aquilo que se guarda para casos imprevistos)

26

Augusto Gerardo Telles Ferreira Coadjuvado pelo capitão de cavalaria, Fernando da Costa Maya, Carta topográfica da cidade do Porto de 1892, Câmara Municipal do Porto. Detalhe © Patrícia Campos

Proposta de captação de um Livro de Campo de constelação pessoal, roteiro emocional que se inicia na primeira estação do Museu da Cidade, o Reservatório.

Ver mais

JAN

Fragmentos da Arquitetura Medieval

29

© Porto.

Deambulação no Reservatório pelos fragmentos construtivos da época medieval que constituem importantes testemunhos para a história da arquitetura portuense. A partir dos fragmentos existentes será apresentada uma simulação gráfica interpretativa sobre as suas características, o lugar ou edifício onde se encontravam.

Ver mais

Resgate

Através do resgate da documentação das estações do MdC propomos ampliar o entendimento das alterações experimentadas ao longo dos tempos. Acontece a cada terceira quinta-feira do mês, e tem entrada gratuita, mediante inscrição.

JUN

Vestida de Ouro e Azul: A Igreja de Santa Clara do Porto

30

Vestida de Ouro e Azul: A Igreja de Santa Clara do Porto

Ver mais

MAI

Fugir da Igreja… O Registo Civil e a liberdade de consciência no último quartel do século XIX

19

Primeiro registo civil de nascimento da Administração do Bairro Ocidental do Concelho do Porto, de 8 de janeiro de 1879. Arquivo Histórico Municipal do Porto. Cota: TG-a/661 - f. 1

A partir dos primeiros livros do Registo Civil do Porto analisa-se a importância da lei do registo civil e os traços essenciais dos cidadãos que recorreram a esse serviço, verdadeiro símbolo da liberdade de consciência e da laicização do Estado.

Ver mais

ABR

Os Ex-libris: marcas de posse

21

Ex-libris do Gabinete de História da Cidade do Porto

Os ex-libris são “documentos” que garantem um direito, e refletem as caraterísticas da personalidade do possuidor. Sendo elementos artísticos e gráficos que representam um indivíduo ou instituição permitem-nos também conhecer a arte dos seus produtores.

Ver mais

MAR

Mouzinho da Silveira: a artéria líquida

17

© Álvaro Domingues

Neste Resgate, a partir da exposição Mouzinho: da Ribeira ao Aeroporto, a viagem também começará na abertura do arruamento, para prosseguir olhando a sua evolução ao longo de todo o século XX e XXI.

Ver mais

FEV

São Pantaleão e a arca desaparecida da catedral

17

Arca relicário de São Pantaleão © BPMP

No final da Idade Média, aporta em Miragaia uma nave com as relíquias de São Panteleão da Nicodémia. Este Santo ganha importância no velho burgo e a sua veneração leva-o ao altar-mor da catedral e ao título de patrono da cidade. Uma noite, em 1841, a arca desapareceu…

Ver mais

JAN

Germano Silva: o jornalista e a cidade

20

© António Alves

Este primeiro resgate parte da exposição Germano Arquivo para descobrir algumas memórias de Germano Silva.  O “escritório”  é o centro do processo de criação do jornalista que, desde há décadas, coleciona livros e documentos que contam histórias da História da Cidade.

Ver mais

Dia do Vizinho

Programa de domingo gratuito que dá a conhecer à vizinhança as atividades que desenvolvemos nos vários espaços que compõem o Museu da Cidade.

MAR

Dia do Vizinho #1 Reservatório

06

© Sérgio Rolando

O Dia do Vizinho é um programa de domingo gratuito que dá a conhecer as atividades que desenvolvemos nos vários espaços que compõem o Museu da Cidade. O primeiro acontece na primeira estação, o Reservatório, onde descobrimos história material da cidade contada a partir dos seus vestígios e achados arqueológicos, desde a Pré-História até aos dias de hoje.

Ver mais

Escuta

Programa em torno da voz, da palavra e do som, com ativações performativas, que propõe gestos vivos e ao vivo. Para ouvir, sozinha/o, em grupo ou em família. Acontece em dias de inauguração e sábados imediatamente a seguir.