Sítio Invisível

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Aterragem

Auditório Biblioteca Municipal Almeida Garrett

Otto Lilienthal testes de voo num planador biplano, Lichterfelde, perto de Berlim, 1895. Imagem arquivo Nuno Faria.

Lançamento do projeto e identidade do museu à escala da cidade, devendando a programação para os próximos meses.
O Porto tem um museu à escala da cidade. Fragmentado em dezasseis estações, qual nova linha de metro, o Museu da Cidade estende-se desde o Parque da Pasteleira até à Quinta da Bonjóia, em Campanhã, num rizoma de edifícios notáveis, desde sítios arqueológicos a belíssimos parques e jardins, bibliotecas e arquivo, em zonas centrais e periféricas da cidade.

 

Programa de Apresentação

 

18H

Acolhimento – Paisagem Sonora, por Pedro André

Árvores – Leitura em Voz Alta, por Nuno Preto Patrícia Queirós e Tânia Dinis, Colectivo Espaço Invisível

 

18H30

 Apresentação – pelo Presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, o diretor artístico do Museu da Cidade, Nuno Faria, e os designers, Lizá Ramalho e Artur Rebelo – R2

 

19H                                                                   

Concerto– com(1), por Domenico Lancellotti e Tomás Cunha Ferreira
Cocktail

 

20H

DJ set – por Sonja Câmara

 

Pedro André é um artista sonoro e visual que trabalha entre Leiria, Porto e Berlim. Tem colaborado com músicos e artistas de diferentes áreas, nomeadamente com produtores de música eletrónica, improvisadores e artistas sonoros. É cofun- dador de vários coletivos e espaços, tais como: Oficina CSF – Collected Sound Fragments for an Imaginary Landscape; coletivo Piso; o espaço cultural Altes Finanzamt; e a editora independente de música eletrónica Marvellous Tone.

 

O coletivo Espaço Invisível surge no final de 2018, com o objetivo de pensar e ativar de forma consequente as relações invisíveis entre públicos e territórios, através de projetos e programas artísticos envolventes e tão diferentes quanto os artistas que convoca para os seus programas.

 

Tomás Cunha Ferreira e Domenico Lancellotti:COM(1)

vcs nunca nos viram

o Caos é um banquete sob estrelas

a via láctea se despenteia ao som das palavras, máquinas de ritmo, naves sonoras

O trabalho de Tomás Cunha Ferreira combina vários suportes, numa prática em circuito aberto e transfronteiriça, propondo zonas de circulação livre e de não-separação entre texto e imagem, entre poesia e pintura, entre logos e ícone. Domenico Lancellotti é músico, compositor e artista plástico. Colaborou com Adriana Calcanhoto, Gilberto Gil, Chrissie Hynd, Marisa Monte, Gal Costa, Jorge MautnerArto Lindsay, entre outros.

 

Sonja Câmara carrega o peso anímico e romântico de uma cartografia dispersa para o lado certo da pista e das ondas de rádio. Membro da Fungo, e criadora da editora LABAREDA, projeto que deu a conhecer artistas asiáticos e bandas femininas a nível nacional. Para este DJ Set apresenta uma reflexão a partir de diferentes tipologias e linguagens, entre braços com o peso histórico, humano e social. Com aprumo e uma fé inabalável, as sonoridades respiram, numa mescla sonora que navega entre o disco, o wave, o techno, o house, e as caves Nova iorquinas chegando à luminosidade beatífica das baleares.